ASSEDIO MORAL
E o que é assédio moral no trabalho?
É a exposição dos trabalhadores e trabalhadoras a situações humilhantes e constrangedoras,repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções, sendo mais comuns em relações hierárquicas autoritárias e assimétricas, em que predominam condutas negativas, relações desumanas e aéticas de longa duração, de um ou mais chefes dirigida a um ou mais subordinado(s), desestabilizando a relação da vítima com o ambiente de trabalho e a organização, forçando-o a desistir do emprego.
Caracteriza-se pela degradação deliberada das condições de trabalho em que prevalecem atitudes e condutas negativas dos chefes em relação a seus subordinados, constituindo uma experiência subjetiva que acarreta prejuízos práticos e emocionais para o trabalhador e a organização. A vítima escolhida é isolada do grupo sem explicações, passando a ser hostilizada, ridicularizada, inferiorizada, culpabilizada e desacreditada diante dos pares. Estes, por medo do desemprego e a vergonha de serem também humilhados associado ao estímulo constante à competitividade, rompem os laços afetivos com a vítima e, freqüentemente, reproduzem e reatualizam ações e atos do agressor no ambiente de trabalho, instaurando o ’pacto da tolerância e do silêncio’ no coletivo, enquanto a vitima vai gradativamente se desestabilizando e fragilizando, ’perdendo’ sua auto-estima.
Em resumo: um ato isolado de humilhação não é assédio moral. Este, pressupõe:
- repetição sistemática
- intencionalidade (forçar o outro a abrir mão do emprego)
- direcionalidade (uma pessoa do grupo é escolhida como bode expiatório)
- temporalidade (durante a jornada, por dias e meses)
- degradação deliberada das condições de trabalho
Entretanto, quer seja um ato ou a repetição deste ato deveu combater firmemente por constituir uma violência psicológica, causando danos à saúde física e mental, não somente daquele que é excluído, mas de todo o coletivo que testemunha esses atos.
O desabrochar do individualismo reafirma o perfil do ’novo’ trabalhador: ’autônomo, flexível’, capaz, competitivo, criativo, agressivo, qualificado e empregável. Estas habilidades o qualificam para a demanda do mercado que procura a excelência e saúde perfeita. Estar ’apto’ significa responsabilizar os trabalhadores pela formação/qualificação e culpabilizá-los pelo desemprego, aumento da pobreza urbana e miséria, desfocando a realidade e impondo aos trabalhadores um sofrimento perverso.
A humilhação repetitiva e de longa duração interfere na vida do trabalhador e trabalhadora de modo direto, comprometendo sua identidade, dignidade e relações afetivas e sociais, ocasionando graves danos à saúde física e mental*, que podem evoluir para a incapacidade laborativa, desemprego ou mesmo a morte, constituindo um risco invisível, porém concreto, nas relações e condições de trabalho.
A violência moral no trabalho constitui um fenômeno internacional segundo levantamento recente da Organização Internacional do Trabalho (OIT) com diversos países desenvolvidos. A pesquisa aponta para distúrbios da saúde mental relacionado com as condições de trabalho em países como Finlândia, Alemanha, Reino Unido, Polônia e Estados Unidos. “As perspectivas são sombrias para as duas próximas décadas, pois segundo a OIT e Organização Mundial da Saúde, estas serão as décadas do ‘mal estar na globalização”, onde predominará depressões, angustias e outros danos psíquicos, relacionados com as novas políticas de gestão na organização de trabalho e que estão vinculadas as políticas neoliberais.
NÃO ACEITE GRITE!!!!!!!!!!!!!!
Quando a timidez é doença
por Elen Cuña
Esse foi o tema do evento realizado em 27 de março pp, no auditório do Napades, Núcleo de atendimento ao Pânico, Depressão e Stress.
A Fobia Social, como a timidez excessiva é chamada, atinge milhões de brasileiros. Estimativas oficiais revelam que de 3 a 13% dos brasileiros desenvolvem a doença. Os números, no entanto, podem ser bem maiores, pois muitas pessoas não procuram ajuda.
A Fobia Social, como a timidez excessiva é chamada, atinge milhões de brasileiros. Estimativas oficiais revelam que de 3 a 13% dos brasileiros desenvolvem a doença. Os números, no entanto, podem ser bem maiores, pois muitas pessoas não procuram ajuda.
"As situações sociais são temidas e evitadas a todo custo". Esse é um dos fatores que possibilitam identificar a pessoa que sofre de timidez excessiva, afirmou a psicóloga e palestrante da noite, Graça Oliveira. Ainda segundo a psicóloga, a Fobia Social surge geralmente na infância e atinge mais homens do que mulheres. "Isso ocorre devido a fatores culturais, pois os homens são socialmente mais exigidos" completa Graça.
Pensamentos de inadequação social, preocupação excessiva com o pensamento dos outros, medo da avaliação negativa e a preocupação em fazer sempre o melhor estão entre os sintomas da Fobia Social. As causas podem ser biológicas (predisposição genética) ou psicossociais, por práticas educacionais ou então quando os pais superprotegem seus filhos, por exemplo.
A Fobia Social traz uma série de prejuízos para a vida das pessoas, como o isolamento, inadequação em relacionamentos amorosos e na área acadêmica e grande incidência do uso de álcool e drogas (estimulantes da desinibição). Além disso, podem ocorrer também depressão e crises de pânico.
É importante ressaltar a diferença entre a Síndrome do Pânico e a Fobia Social. Na primeira, acontecem crises violentíssimas que podem se manifestar em qualquer tipo de situação e em qualquer lugar. Já a Fobia Social acontece apenas naquelas situações de exposição social, em que a pessoa fica nervosa com a reação dos outros, com que os outros vão pensar à respeito dela.
O tratamento pode ser de dois tipos: Medicamentoso, nos casos mais extremos, e terapia comportamental individual ou em grupo, onde os pacientes são expostos a situações ansiogênicas. Dessa forma, eles poderão treinar e melhorar suas habilidades sociais. A duração média do tratamento é de 1 ano, no caso do medicamentoso, e 6 meses se a opção for a terapia.
ABADÁ-CAPOEIRA
Professor- Osso Duro e Tijolinho
Local- Sesi Itapagipe - Caminho de Areia
Segunda e Quarta ás 18:30
Venham Participar
Estamos começando mais uma etapa
do Programa Salvador Cidade das Letras
que faz parte do programa Brasil Alfabetizado
que visa erradicar o analfabetismo ,estamos fazendo
as matriculas desta nova etapa na Escola Municipal Santa
Bárbara , rua do Canal Central s/nº Jardim Cruzeiro Salvador -Ba
etapa de 8 meses ,de segunda a quinta das 7;00 as 21;30
PROCURAR A EDUCADORA SOCIAL VALQUIRIA
Documentos necessários Rg ( Xerox) e Comprovante de residência (Xerox)
NUNCA É TARDE PRA RECOMEÇAR
Principal causa de cegueira no mundo, o Glaucoma acomete 900 mil brasileiros.
Sem manifestar nenhum sintoma, a pressão dentro do olho começa a subir lentamente, levando à perda do campo visual : é o Glaucoma, uma doença que acomete 67 milhões de pessoas no mundo, sendo 900 mil brasileiros. Embora não haja cura, a medicina pode ajudar no controle por meio de diagnóstico precoce, de colírios cada vez mais eficientes e com menores efeitos colaterais.
Pesquisas apontam que 40% dos pacientes que tem o diagnóstico de glaucoma já chegam, em sua primeira consulta, apresentando cegueira em um dos olhos - o que caracteriza estágio avançado da doença.
O grande desafio dos especialistas é flagrar o problema o quanto antes e preservar a função visual dos pacientes, interferindo o mínimo possível em sua qualidade de vida. Não é tarefa fácil, pois essa é uma doença sem sintomas e, muitas vezes, não é percebida pelo paciente até que tenha ocorrido uma extensa perda do campo visual. É triste e frustrante para nós, oftalmologistas, receber um paciente com a doença em estágio avançado, consciente de que a situação poderia ter sido controlada se fosse descoberta mais cedo. Mais triste ainda é informar ao paciente que toda essa perda da visão é irreversível.
Para os desavisados, o glaucoma é a principal causa de cegueira no mundo. Portanto, é preciso atenção. Ray Charles, músico recentemente falecido, estudava piano aos seis anos de idade quando ficou cego em decorrência do glaucoma.
É imprescindível alertar a população que, normalmente, o glaucoma não pode ser evitado. Porém, com sua detecção nos estágios iniciais e com o tratamento adequado, a cegueira em função do glaucoma pode ser prevenida.
Para entender como surge o glaucoma, basta imaginar o olho como sendo uma pia, na qual a torneira e o ralo permanecem ininterruptamente abertos. O humor aquoso (um líquido produzido por uma pequena estrutura, chamada corpo ciliar situada atrás da íris), fica constantemente circulando pelo cristalino, pela íris e pela córnea, nutrindo e limpando a região. Depois é escoado, através de um tecido, a malha trabecular, que serve como um ralo. Quando há falha na drenagem desse líquido, a pressão dentro do olho aumenta e comprime o nervo óptico. Esse nervo é o responsável por carregar a informação visual da retina até o cérebro. Comprimido, suas células nervosas vão morrendo lentamente, resultando em perda visual sem retorno.
Idade, hereditariedade e raça são consideradas quando se fala em causas do glaucoma. Embora possa afetar qualquer pessoa com idade superior a 45 anos, aquele que tem algum glaucomatoso na família (principalmente, parentes de primeiro grau), sendo que os de origens afro descendente e asiática estão sob maior risco. Há, ainda, outros fatores que podem interferir como diabetes, miopia, uso prolongado de medicamentos como corticóides e antidepressivos ou alguma lesão ocular prévia. A pressão intra-ocular ocular elevada é o principal fator de risco para o desenvolvimento do glaucoma, mesmo quando o paciente não apresente nenhuma das características mencionadas.
Idade, hereditariedade e raça são consideradas quando se fala em causas do glaucoma. Embora possa afetar qualquer pessoa com idade superior a 45 anos, aquele que tem algum glaucomatoso na família (principalmente, parentes de primeiro grau), sendo que os de origens afro descendente e asiática estão sob maior risco. Há, ainda, outros fatores que podem interferir como diabetes, miopia, uso prolongado de medicamentos como corticóides e antidepressivos ou alguma lesão ocular prévia. A pressão intra-ocular ocular elevada é o principal fator de risco para o desenvolvimento do glaucoma, mesmo quando o paciente não apresente nenhuma das características mencionadas.
Quando a doença é diagnosticada, as opções de tratamento vão desde o colírio, laser até a cirurgia com ou sem o implante de válvulas. Contudo, a intervenção cirúrgica a laser ou convencional, que visa criar um novo caminho para "circular" o humor aquoso (aquele que se acumula no olho provocando o "sufoco") é indicada apenas quando o tratamento clínico não controla bem a pressão do olho. Na maioria dos casos, os colírios agem de tal forma que mantém a pressão controlada. Ocasionalmente, também são necessários medicamentos via oral.
Muito embora nos últimos anos o Brasil tenha avançado de forma espetacular na prevenção e no tratamento da saúde visual, as necessidades da população ainda estão sendo atendidas em ritmo muito aquém do que é adequado. Os exames de rotina são essenciais para a saúde dos olhos, principalmente quando estamos falando de glaucoma. Se não houver um trabalho sério, integrando governo, profissionais médicos e entidades ligadas à área, o glaucoma continuará sendo uma das principais causas de cegueira evitáveis do Brasil, juntamente com a catarata.
Muito embora nos últimos anos o Brasil tenha avançado de forma espetacular na prevenção e no tratamento da saúde visual, as necessidades da população ainda estão sendo atendidas em ritmo muito aquém do que é adequado. Os exames de rotina são essenciais para a saúde dos olhos, principalmente quando estamos falando de glaucoma. Se não houver um trabalho sério, integrando governo, profissionais médicos e entidades ligadas à área, o glaucoma continuará sendo uma das principais causas de cegueira evitáveis do Brasil, juntamente com a catarata.
"O olho é a janela do corpo humano pela qual ele abre os caminhos e se deleita com a beleza do mundo" (Leonardo da Vinci)
Dr. Leôncio Queiroz Neto é médico oftalmologista, especialista pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia, diretor médico do Banco de Olhos de Campinas e titular do Instituto Penido Burnier de Campinas, oftalmologista do Hospital Israelita Albert
Einstein - São Paulo
Einstein - São Paulo
Dias Quentes
Algumas pessoas podem se sentir mais indispostas para comer, no verão, devido à própria temperatura. Segundo a nutricionista Angélica de Oliveira, integrante da Tônus - Fisioterapia Preventiva e Reabilitação, essa indisposição pode vir também por alimentação inadequada, que seria ficar sem se alimentar por muitas horas, pular o café da manhã, ingerir alimentos pesados e gordurosos e esquecer de se hidratar durante todo o dia.
Segundo a nutricionista, no verão ocorre uma diminuição do metabolismo basal, por isso a quantidade calórica ingerida deve ser reduzida, para não corrermos risco de ganhar peso nessa época do ano. Com o aumento da temperatura, nosso organismo perde mais água e sais minerais através do suor, então se torna mais importante o cuidado com a hidratação. "A ingestão de líquidos deve ser freqüente durante todo o dia. O ideal seria não esperar que a sede apareça, já que essa sensação é um sinal de desidratação", alerta a Angélica.
A nutricionista recomenda ainda um cuidado maior no verão com a hidratação das crianças e idosos. "Deve-se oferecer água em pequenos volumes, fresca, em uma temperatura agradável, mesmo que a criança não peça. Pelo menos uns 4 copos de água por dia. E tente fazer com que ela consuma sucos naturais no lugar de refrigerantes", explica Angélica. Segundo ela, para nos hidratarmos bem, as melhores fontes, são a água, os sucos naturais de frutas e vegetais, os chás e a água de coco é uma ótima opção.
Dicas de alimentação no Verão
- Alimentos indicados: frutas, verduras, legumes, folhas verdes, cereais integrais, pães integrais, carnes magras, queijos menos gordurosos, sobremesas à base de frutas e muitos líquidos. Faça refeições mais leves
- Alimentos a serem evitados: alimentos gordurosos (carnes gordas, queijos gordurosos, molhos à base de creme de leite, maionese). Evitar frituras e maneirar na bebidas alcoólicas. Pois no verão nosso organismo fica mais sensível aos condimentos fortes e às gorduras, podendo causar desconforto e mal estar.
- Fracione as refeições diárias (coma mais vezes, em menor quantidade).
- Se for comer um sanduíche, escolha os que são feitos com carnes magras, como um peito de peru, frango e queijos magros( ricota, cottage). As carnes magras possibilitam uma digestão melhor, evitando o desconforto intestinal.
- Ingestão de líquidos devem ser freqüente (água, sucos naturais, chás e água de coco).
- Prefira os sorvetes ou picolés à base de água e polpa de frutas, pois são os menos calóricos.
- Cuidado com os alimentos feitos com leite, gordura e ovos na sua preparação. Necessitam de refrigeração adequada, pois o calor aumenta a proliferação de bactérias que podem causar intoxicação alimentar.
- Evitar alimentar em locais que não apresentam boas condições de higiene.
- Seja criterioso ao escolher locais para consumir frutos do mar e pescados.Procure saber a procedência dos alimentos.
- Não consumir de forma alguma alimentos perecíveis que ficam expostos à temperatura ambiente.
Informações para a imprensa: Ampla Soluções em Comunicação
Liège Camargos / Aline Barbosa
(31) 3225-1116/3221-9241/8899-0353/87598533
ampla@amplacomunicacao.com.br - www.amplacomunicacao.com.br
Doença Falciforme
www.saude.com.br


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